sexta-feira, 1 de maio de 2015

01/05/2015 14h52 - Atualizado em 01/05/2015 16h15

Dilma, Cunha e Renan falam sobre direitos do trabalhador no 1º de Maio

Dilma divulgou vídeos em rede social e defendeu limites à terceirização. 
Cunha defendeu projeto sobre FGTS e Renan criticou ajuste do governo.

Do G1, em Brasília
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(SELO Dia do Trabalho) - Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Dilma Rousseff, Aécio Neves e Lula (Foto: Paulo Lopes/Futura Press/Estadão Conteúdo; Reprodução; Presidência da República; Mario Ângelo/Sigmapress/Estadão Conteúdo; Carla Carniel/Frame/Estadão Conteúdo)Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Dilma Rousseff, Aécio Neves e Lula se manifestaram para celebrar o Dia do Trabalho. (Foto: Paulo Lopes/Futura Press/Estadão Conteúdo; Reprodução; Presidência da República; Mario Ângelo/Sigmapress/Estadão Conteúdo; Carla Carniel/Frame/Estadão Conteúdo)
Nas celebrações do Dia do Trabalho, a presidente Dilma Rousseff e os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fizeram pronunciamentos nesta sexta-feira (1º) sobre direitos dos trabalhadores. Dilma abriu mão de falar em cadeia nacional de rádio e TV, mas divulgou três vídeos nas redes sociais.
Em uma das mensagens em vídeo divulgadas pelo Palácio do Planalto no Facebook, a petista voltou a falar sobre o projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional que regulamenta o trabalho terceirizado. Na rede social, ela defendeu aregulamentação das atividades terceirizadas no Brasil, porém, ressalvou que, na opinião dela, as mudanças nas regras de terceirização não podem ocorrer de forma irrestrita, como foi aprovado pela Câmara dos Deputados (assista ao vídeo acima).
O projeto avalizado pelos deputados prevê a terceirização de todas as atividades, inclusive as chamadas “atividades-fim” das empresas. Atualmente, uma universidade particular, por exemplo, pode contratar serviços terceirizados de limpeza e segurança, mas não professores terceirizados.
Em outro vídeo, a presidente defende a política do governo para a valorização do salário mínimo. Segundo ela, em seu primeiro mandato, o mínimo cresceu 14,8% acima da inflação. Dilma afirmou que essa política beneficia 45 milhões de trabalhadores da ativa e aposentados.
No terceiro vídeo divulgado na rede social, a presidente defendeu a legitimidade de manifestações pelo país e afirmou que os protestos não podem ser enfrentados com “violência”. Ela destacou que vivemos em uma democracia e, por isso, temos de "nos acostumar" com as manifestações e as vozes das ruas.
Já Renan Calheiros, que criticou Dilma nesta quinta (30) por ela ter optado por se manifestar somente pelas redes sociais, fez um pronunciamento nesta sexta na TV Senado para celebrar o Dia do Trabalho(veja o vídeo ao lado). No comunicado, ele afirmou que o Congresso Nacional não será um "mero espectador" do ajuste fiscal proposto pelo governo federal.
Na fala, o presidente do Senado voltou a dizer que as medidas provisórias encaminhadas pelo Executivo federal ao Legislativo para tentar reequilibrar a economia são, na verdade, um "desajuste".

"O Congresso Nacional não será um mero espectador do ajuste fiscal. O Congresso é o próprio fiscal do ajuste. Ajuste que penaliza o trabalhador é desajuste. Proponho, em nome do Congresso Nacional, o pacto pela defesa do emprego", declarou.
O presidente da Câmara, Eduado Cunha (PMDB-RJ), participou das celebrações do Dia do Trabalho em SP (Foto: Paulo Lopes/Futura Press/Estadão Conteúdo)Cunha participou das festa organizada pela Força
Sindical para comemorar o Dia do Trabalho.
(Foto: Paulo Lopes/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Em um evento promovido pela Força Sindical em São Paulo, o presidente da Câmaraanunciou nesta sexta que apresentará, na próxima semana, um projeto de lei para reajustar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a partir do índice da caderneta de poupança.

No ato que celebrou o Dia do Trabalho, Cunha destacou que sua proposta, caso aprovada, valerá a partir de janeiro de 2016. Segundo ele, o texto não prejudicará as operações atuais.
"Somente os novos depósitos sofrerão reajuste. É um projeto que vamos tramitar e votar em regime de urgência. Será apresentado na semana que vem, quando terá o trancamento da pauta devido à votação do ajuste fiscal. Vamos ver ainda a data em que ele será votado", ressaltou o peemedebista.
O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva durante a festa do Dia do     Trabalho no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, nesta sexta-  feira (Foto: Vanessa Carvalho/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)Lula discursou na festa de 1º de Maio organizada
pela CUT no Vale do Anhangabaú, em São Paulo.
(Foto: Vanessa Carvalho/Estadão Conteúdo)
Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (1º), durante ato da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em São Paulo pelo Dia do Trabalho, que não é candidato a nada, mas vai percorrer o país para garantir a manutenção do governo Dilma Rousseff.
Lula reagiu ao que chamou de insinuações sobre o seu suposto envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato e disse que parte da elite tem medo de que ele volte a ser candidato.
"Eu 'tô notando, todo santo dia, insinuações. Ah, lá na Operação Lava Jato estão esperando que alguém cite o nome do Lula. Ah, estão tentando fazer com que os empresários citem o nome de Lula. Eu estou quietinho no meu lugar. Não me chame para a briga. Eu não tenho intenção de ser candidato a nada. 'Tá aceita a convocação. Eu agora vou começar a andar o país outra vez", afirmou o petista.
Lula deixou claro ainda que vai se mobilizar para defender o governo da presidente Dilma.
Aécio Neves durante as comemorações de   1° de Maio na organizada pela Cut e   movimentos sindicais na Praça Campo de   Bagatelle, em Santana.  (Foto: Mário Âneglo/Sigma Press/Estadão Conteúdo)Aécio discursou no ato de 1º de Maio realizado na
Praça Campo de Bagatelle, em São Paulo.
(Foto: Mário Âneglo/Sigma Press/Estadão Conteúdo)
Aécio Neves
O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), disse nesta sexta-feira, em ato do Dia do Trabalho em São Paulo, que o Senado vai "aprimorar" o projeto da terceirizaçãoaprovado na Câmara. O tucano afirmou ainda que vai propor um limite para terceirização das atividades, proposta que já foi defendida por Renan Calheiros.
"Nós vamos no Senado discutir a terceirização com enorme responsabilidade. De um lado vamos garantir a regulamentação para aqueles que são terceirizados. Nos vamos tb propor um limite para que as empresas possam terceirize algumas de suas atividades. Portanto o senado federal vai aprimorar o projeto votado na Câmara", disse o senador no evento promovido pela Força Sindical.
Ao público presente, Aécio criticou o fato de a presidente Dilma Rousseff não ter feito pronunciamento do Dia do Trabalho em cadeia nacional de rádio e TV.
O tucano também lamentou o confronto entre policiais militares e professores ocorrido nesta semana no Paraná, estado governado por seu colega de partido Beto Richa. Aécio, no entanto, disse que o tema não deve ser alvo de "ironia" por parte de ninguém.
"Lamento profundamente pelo que aconteceu [...] Nada que ocorreu deve ser objeto de ironia, de quem quer que seja", ressaltou o senador.

O Brasil no dia 1º de Maio dia do Trabalhador.

01/05/2015 19h12 - Atualizado em 01/05/2015 19h22

Em vídeos, PSDB diz que Dilma mentiu em fala do 1º de maio de 2014

Partido de oposição questionou trechos do pronunciamento do ano passado.
Vídeos publicados no YouTube destacam, entre outras, declaração sobre IR.

Do G1, em Brasília
Vídeos divulgados pelo PSDB em canal no YouTube mostram 'contradições' falas de Dilma no 1º de Maio de 2014 (Foto: YouTube/Reprodução)Vídeos divulgados pelo PSDB em canal no YouTube mostram supostas contradições no pronunciamernto de Dilma no 1º de Maio de 2014 (Foto: YouTube/Reprodução)
No primeiro ano em que a presidente Dilma Rousseff não fez pronunciamento em cadeia de rádio e TV para celebrar o Dia do Trabalho, o PSDB usou trechos do comunicado da petista em 1º de maio de 2014 para apontar supostas contradições no discurso da chefe do Executivo. Em uma série de três vídeos publicados no YouTube intitulada "Dilma transforma o Dia do Trabalho em Dia da Mentira", o partido oposicionista destaca declarações da presidente sobre a situação da economia e, posteriormente, mostra manchetes de jornais que contradizem a petista, estampando o carimbo "mentira".
Em um dos trechos selecionados pelo PSDB, Dilma reafirma que está mudando o Brasil e "vencendo a luta mais difícil e mais importantes: a luta do emprego e do salário”. Em seguida, o PSDB mostra uma manchete de jornal, de janeiro deste ano, relatando que a geração de empregos em 2014 foi a pior da gestão do PT na Presidência da República.
Em seguida, a legenda oposicionista destaca ponto do pronunciamento presidencial no qual Dilma relata ter reajustado a tabela do Imposto de Renda por meio de uma medida provisória. À época, a presidente propôs um reajuste de 4,5% na tabela do IR, contudo, durante a tramitação do texto no Congresso Nacional, os parlamentares elevaram a correção para 6,5%. No vídeo, o PSDB mostra uma manchete de jornal que ressalta o veto de Dilma à correção de 6,5%
Outro vídeo divulgado pelo PSDB selecionou trecho em que Dilma afirma que seu governo será sempre o do "crescimento com estabilidade, do controle rigoroso da inflação e da administração correta das contas públicas".
Na sequência, aparece o carimbo "mentira" e, simultanemanete, uma manchete de jornal diz que a economia "parou" e que o crescimento médio, do primeiro mandato de Dilma, foi o menor desde o governo Collor, além de ter registrado, no ano passado, o primeiro déficit nas contas públicas em 18 anos.
Inflação e conta de luz
O vídeo tucano relata ainda o momento do pronunciamento de 2014 em que a chefe do Executivo assegura à população que a inflação "continuará rigorosamente sob controle".
Em seguida aparece, novamente, o carimbo "mentira", com a manchete de que o aumento da energia elétrica elevou a inflação, de março deste ano, ao maior patamar para este mês em 20 anos.
A promessa da presidente de reduzir o valor das contas de luz também foi alvo da críticas tucanas. "Quero garantir a você, trabalhadora, e a você, trabalhador, que nossa luta pelas mudanças continua. A tarifa de luz, por exemplo, teve a maior redução da história. Os investimentos que fizemos em geração e transmissão de energia permitem, hoje, ao Brasil, superar as dificuldades momentâneas, mantendo a política de tarifas baixas", observa Dilma no pronunciamento.
O partido oposicionista, entretanto, exibe manchete que afirma que os consumidores brasileiros terão de pagar subsídios do setor elétrico que elevaram em mais de 60%" o preço da tarifa elétrica.
Vídeo do PSDB questiona declaração de Dilma sobre a política de reajuste do salário mínimo (Foto: Reprodução)Vídeo do PSDB questiona declaração de Dilma
sobre a política de reajuste do salário mínimo.
(Foto: Reprodução)
Salário mínimo
No terceiro vídeo divulgado pelo PSDB, os tucanos dão destaque às declarações da presidente sobre a política de valorização do salário mínimo do governo federal.
A sigla da oposição afirma no vídeo, porém, que o salário real teve a maior queda desde 2004.
Neste ano, Dilma anunciou a manutenção do formato de correção do salário mínimo (variação do PIB de dois anos antes, mais inflação do ano anterior, medida pelo INPC, até 2019). Nesta sexta-feira, em um vídeo divulgado na página do Palácio do Planalto no Facebook, a petista destacou que o salário mínimo cresceu 14,8% acima da inflação.
No último vídeo tucano, Dilma diz ainda que seu governo tem o "signo da mudança" e que irá continuar, junto com o povo, “fazendo todas as mudanças que forem necessárias para melhorar a vida dos brasileiros, especialmente dos mais pobres e da classe média”.
Utilizando mais uma vez o carimbo "mentira", o PSDB traz uma manchete que aponta que o brasileiro, em média, ficou mais pobre no ano passado.

O Mundo no dia 1º de Maio de 2015

France Presse
01/05/2015 16h38 - Atualizado em 01/05/2015 16h38

Dia do Trabalho é violento na Turquia e tem manifestações em vários países

Trabalhadores saíram às ruas em países da Europa, Ásia e América Latina.
Turcos acusam presidente de tentar impedir celebrações e homenagens.

Da France Presse
Manifestantes correm, carregando retratos de ativistas de 1968 durante uma manifestação do Dia do Trabalho na praça Sihhiye, em Ankara, na Turquia (Foto: AFP Photo/Adem Altan)Manifestantes correm, carregando retratos de ativistas de 1968 durante uma manifestação do Dia do Trabalho na praça Sihhiye, em Ankara, na Turquia (Foto: AFP Photo/Adem Altan)
A polícia turca dispersou com gás lacrimogêneo e jatos de água quase mil manifestantes na Praça Taksim de Istambul, em um 1º de Maio tenso no país, ao mesmo tempo que ativistas defendem ao redor do mundo os direitos trabalhistas em uma era de austeridade.
As forças de segurança enfrentaram os manifestantes no distrito de Besiktas, em Istambul. Os trabalhadores foram convocados por sindicatos e partidos políticos da oposição.
O governo conservador-islâmico proibiu as manifestações na emblemática praça Taksim, centro nervoso das várias semanas de protestos contra o governo em 2013 do então primeiro-ministro e agora presidente Recep Tayyip Erdogan.
Segundo o governador de Istambul, Vali Sahin, 203 pessoas foram detidas e seis policiais e 18 manifestantes ficaram feridos.
As autoridades temem qualquer manifestação pública antes das eleições legislativas de 7 de junho.
As ruas do centro de Istambul estavam bloqueadas e as estações de metrô próximas da Praça Taksim estavam fechadas. O governo suspendeu o serviço de balsas entre as áreas europeia e asiática do país e os helicópteros privados foram proibidos de circular, para permitir o deslocamento dos aparelhos da polícia.
Taksim é cenário de confrontos no Dia do Trabalho desde que dezenas de pessoas morreram no 1º de Maio de 1977, um dos períodos mais conturbados da Turquia moderna.
"Em 1977 aconteceu um massacre. Simplesmente queremos estar lá para recordar o dia. Não podemos fazer de outra forma, é muito simbólico para nós", disse Umar Karatepe, líder da confederação sindical DISK.
"O presidente, este homem que usurpa todos os nossos direitos, não pode nos dizer que não podemos celebrar o 1º de Maio, é inaceitável", completou.
Este é o primeiro Dia do Trabalho no país desde a aprovação no Parlamento de uma polêmica lei que concede à polícia mais poderes para reprimir os protestos.
Policiais enfrentam manifestantes durante protesto em Milão, na sexta (1º) (Foto: AFP Photo/Filippo Monteforte)Policiais enfrentam manifestantes durante protesto em Milão, na sexta (1º) (Foto: AFP Photo/Filippo Monteforte)
Em Milão, Itália, violentos confrontos explodiram nesta sexta-feira (1º) entre a polícia e dezenas de pessoas que usavam máscaras contra gases durante uma manifestação contra a Exposição Universal (Expo) que foi inaugurada na cidade italiana.
Os manifestantes incendiaram vários carros e latas de lixo e jogaram pedras e outros objetos contra a polícia, que respondeu com gás lacrimogêneo.
O movimento cidadão 'No Expo' criticam o que consideram um gasto desnecessário de dinheiro público com o evento, que permanecerá aberto até outubro, em um período de austeridade, que afeta duramente os trabalhadores.
Manifestações na Europa e na Ásia
Em Teerã, milhares de operários saíram às ruas para exigir melhores condições de trabalho e a preferência nacional na contratação, informou a agência Ilna.
Esta é a primeira vez nos últimos anos que o Irã tem uma manifestação nestas características no Dia do Trabalho.
Um manifestante sul-coreano ajuda colega atingido por canhão de água durante protesto em Seul, na sexta (1º) (Foto: AFP Photo/Ed Jones)Um manifestante sul-coreano ajuda colega atingido por canhão de água durante protesto em Seul, na sexta (1º) (Foto: AFP Photo/Ed Jones)
Na Coreia do Sul, dezenas de milhares de trabalhadores participaram nas manifestações, com a ameaça de uma greve geral se o governo prosseguir com o plano de reforma do mercado de trabalho.
Na Grécia, que tem o maior índice de desemprego da Eurozona (25,7%), milhares de pessoas lotaram o centro de Atenas para protestar contra as medidas de austeridade impostas pela União Europeia desde a crise da dívida.
A manifestação contou com a presença do ministro das Finanças, Yanis Varoufakis, um duro crítico do programa de cortes imposto a Atenas.
Na Espanha, com desemprego de 23%, os dois principais sindicatos convocaram manifestações em 80 cidades para protestar contra os cortes, o alto desemprego e a redução dos salários.
Ativistas do Partido Comunista participam de tradicional manifestação do Dia do Trabalho em Moscou (Foto: AFP Photo/Dmitry Serebryakov)Ativistas do Partido Comunista participam de tradicional manifestação do Dia do Trabalho em Moscou (Foto: AFP Photo/Dmitry Serebryakov)
Em Moscou, 140 mil trabalhadores e estudantes compareceram à Praça Vermelha, com bandeiras e balões, em um evento que lembra o período soviético.
O partido governista Rússia Unida espera 2,5 milhões de pessoas nas ruas em todo o país por ocasião do Dia do Trabalho.
Em Berlim, os sindicatos anunciaram a presença de 400 mil pessoas nas ruas.
Cuba e América Latina
Os presidentes de Cuba e Venezuela, Raúl Castro e Nicolás Maduro, presidiram em Havana o desfile de 1º de Maio, marcado por pedidos de unidade pelo "socialismo".
Castro e Maduro saudaram milhares de pessoas durante o desfile, que durou uma hora.
"Unidos na construção do socialismo" foi o tema da manifestação, que aconteceu em Havana e outras províncias.
No Equador foram registradas manifestações a favor e contra o governo de Rafael Correa, enquanto na Bolívia o presidente Evo Morales decretou o aumento de 15% do salário mínimo para celebrar o Dia do Trabalho.
Os presidentes de Cuba, Raúl Castro, e da Venezuela, Ricardo Maduro, participam de comemorações do 1º de Maio em Havana, na sexta (1º) (Foto: AFP Photo/Yamil Lage)Os presidentes de Cuba, Raúl Castro, e da Venezuela, Ricardo Maduro, participam de comemorações do 1º de Maio em Havana, na sexta (1º) (Foto: AFP Photo/Yamil Lage)