quinta-feira, 9 de julho de 2015

09/07/2015 15h46 - Atualizado em 09/07/2015 15h50

Irmãs perdidas em acampamento são encontradas em floresta nos EUA

Megan Margaret, Erin e Kelsi estavam com frio e fome, mas saudáveis.
Jovens desapareceram na terça (7), após errarem caminho em trilha.

Da AP
As irmãs Megan Margaret Andrews-Sharer, de 25 anos, Erin, de 22 anos e Kelsie, de 16 anos, em foto sem data (Foto: Teton County Sheriff’s Office via AP)As irmãs Megan Margaret Andrews-Sharer, de 25 anos, Erin, de 22 anos e Kelsie, de 16 anos, em foto sem data (Foto: Teton County Sheriff’s Office via AP)
Equipes de busca localizaram na quinta (9) as três irmãs que estavam perdidas havia dias em uma área de floresta em Wyoming, nos Estados Unidos.
Ocupantes de um helicóptero avistaram as três por volta das 10 da manhã na Floresta Nacional de Bridger-Teton, a cerca de 40 quilômetros da cidade de Jackson, disse Lori Iverson, porta-voz da equipe que conduziu as buscas. Elas estavam com frio e famintas, mas saudáveis, informou.

“O helicóptero está transportando as três ao Swift Creek Tailhead, ponto da floresta onde o pai delas está, e ele irá tirá-las de lá de carro”, disse Iverson.

Oficiais disseram que as irmãs são experientes em trilhas e estavam bem preparadas para uma viagem em área isolada. A busca começou na terça, quando elas deveriam ter voltado de sua excursão e não apareceram. Elas partiram em 28 de junho e deveriam retornar na teça, segundo Iverson.

As irmãs são Megan Margaret Andrews-Sharer, de 25 anos, que vive em Milwaukee, e Erin Andrews-Sharer, de 22 anos e Kelsi Andrews-Sharer, de 16, ambas moradoras de Columbus, em Ohio.

“Elas estavam bem preparadas para a viagem”, disse a porta-voz. “Tinham roupas e equipamentos apropriados”.

No início da quinta, as autoridades haviam ampliado o número de pessoas na equipe de resgate para mais de 60. Eles realizavam as buscas a cavalo, a pé e com a ajuda de cães rastreadores e dois helicópteros.

O carro das irmãs foi encontrado na quarta-feira em uma popular trilha na floresta. Mas os frequentadores e a própria natureza criaram diversas trilhas alternativas que podem confundir os andarilhos, explicou Iverson.

“É muito fácil, mesmo para pessoas experientes, sair do caminho e fazer uma curva errada”, disse. “Então simplesmente suspeitamos que as meninas fizeram alguma curva errada e estão procurando uma saída, talvez indo parar em um lugar diferente de onde estava seu carro”.

A reverenda Susan Patterson-Sumwalt, da Igreja Metodista Unida de Whitefish Bay, em Wisconsin, disse que as irmãs frequentavam o local quando crianças e que Megan Andrews-Sharer havia trabalhado lá até recentemente.

Ela se demitiu há pouco tempo para trabalhar em uma fazenda em Wyomind, disse Patterson-Sumwalt.

Dilma na campanha para presidente foi uma verdadeira ilusionista, enganou os Brasileiros.


09/07/2015 13h58 - Atualizado em 09/07/2015 14h45

Momento da economia é 'extremamente duro', afirma Dilma

Presidente falou após participar da VII Cúpula do Brics, na Rússia.
Segundo ela, país tem fundamentos sólidos para retomar crescimento.

Do G1, em Brasília
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (9) após participar da VII Cúpula do Brics, em Ufá, na Rússia, que o Brasil passa por momento "extremamente duro" na economia. Ela, porém, ressaltou que o país tem "fundamentos sólidos" para retomar o crescimento.

Dilma chegou ao país nesta quarta (8) para participar da cúpula do grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Após desembarcar em Ufá, ela foi a jantar oferecido pelo presidente russo, Vladimir Putin, aos chefes de Estado e de governo dos países que compõem o grupo. Ao longo desta quinta, ela teve reunião de trabalho na cúpula e discursou na sessão plenária.
Ela deu a declaração após ter sido questionada durante entrevista coletiva sobre se o Brasil havia chegado ao "fundo do poço" ou se ainda surgirão mais "notícias negativas".

"Vários países passam por crises graves, mas só o Brasil, eu acredito, tem uma característica específica: nós estamos, de fato, passando por um momento extremamente duro e a preocupação do governo com esta questão é tanta que lançamos há pouco o Programa de Proteção ao Emprego, que é bastante interessante", disse.

"O Brasil tem, estruturalmente, fundamentos para se recuperar rápido. Não é só questão de achar ou não. Nós apostamos nisso não porque temos visão rosa da situação. Não temos, não. Nós achamos que o Brasil tem fundamentos sólidos", acrescentou.

Em sua fala, a presidente afirmou que o governo está "trabalhando duramente" para que o país saia "rápido" da crise. Na Rússia, Dilma disse esperar que a situação internacional ajude "de forma importante" todos países que buscam "saída" para a economia.
"Não é consolo, mas ela [crise econômica] é uma situação generalizada no mundo. A China, por exemplo, tem hoje a menor taxa de crescimento dos últimos 25 anos. Você tem problemas em vários lugares do mundo e a Europa também não tem conseguido sair da crise", destacou.

Balanço da cúpula
De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, o objetivo central da cúpula foi "aprofundar o diálogo" entre os países que compõem o Brics e "avançar" na cooperação financeira.

Ao fazer um balanço de sua participação nesta quinta, a presidente ressaltou o Banco do Brics como um "instrumento inter-regional de garantia da estabilidade financeira". A instituição foi criada no ano passado com capital inicial de US$ 50 bilhões – podendo chegar a US$ 100 bilhões – que podem ser destinados a projetos de infraestrutura em países emergentes.

"Estabelecemos também uma estratégia global de parcerias, uma espécie de mapa do caminho no que se refere à relação entre os Brics", disse.

Itália
Após cumprir agenda na Rússia, a presidente Dilma seguirá para a Itália, onde se reunirá com o primeiro-ministro do país, Matteo Renzi, em Roma. Ela também viajará a Milão para visitar expositores brasileiros na Expo Milão.
A presidente Dilma Rousseff, durante discuro diante do Conselho Empresarial do Brics, na Rússia (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)A presidente Dilma Rousseff, durante discurso diante do Conselho Empresarial do Brics, na Rússia (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

quarta-feira, 8 de julho de 2015

ESSES LIDERES POLÍTICOS FAZEM PARTE DESSA CORRUPÇÃO QUE QUEREM ACABAR COM O NOSSO PAIS


Líderes de partidos aliados declaram apoio a Dilma e à ‘vontade da urna’

A nota desta terça, além de prestar o apoio a Dilma e Temer, também fala que os líderes dos partidos da base reafirmam “inarredável compromisso com a vontade popular expressa nas urnas”.
 Por: Blog do Gordinho


temer-lideres
Líderes e presidentes de partidos da base aliada do governo divulgaram nesta terça-feira (7) nota de apoio à presidente Dilma Rousseff e ao vice-presidente, Michel Temer. O texto foi apresentado após reunião dos líderes com Temer, na residência oficial da vice-presidência.

No último domingo (5), em convenção nacional do PSDB que reelegeu Aécio Neves para a presidência do partido, políticos de oposição fizeram críticas à gestão Dilma e disseram estar “preparados” para assumir o governo. Alguns oposicionistas afirmaram ainda que o governo Dilma pode acabar “talvez mais breve do que imaginam”.
As declarações dos oposicionistas já haviam motivado, na segunda, respostas de integrantes e aliados do governo. Em entrevista no Palácio do Planalto, Temer disse que “todos esperamos” que o fim do governo Dilma seja “daqui a três anos e meio, quando haverá novas eleições”.
A nota desta terça, além de prestar o apoio a Dilma e Temer, também fala que os líderes dos partidos da base reafirmam “inarredável compromisso com a vontade popular expressa nas urnas”.
“Os líderes e dirigentes partidários abaixo-assinados manifestam seu apoio à Presidente e ao Vice-Presidente da República. E reafirmam seu profundo respeito à Constituição Federal e seu inarredável compromisso com a vontade popular expressa nas urnas e com a legalidade democrática”, diz a nota.
Na nota de apoio à presidente e ao vice, os líderes partidários elogiaram a Medida Provisória 680, que institui o programa de proteção ao emprego. Eles também afirmaram que viram as respostas do governo para questionamentos do Tribunal de Contas da União a respeito das contas da gestão de Dilma em 2014.
“À vista dos fundados argumentos técnicos e jurídicos apresentados ao Conselho Político, há plena convicção de que os argumentos do governo serão acolhidos”, diz a nota.
Participaram da reunião os presidentes do PT, Rui Falcão, do PMDB, Valdir Raupp, do PSD, Guilherme Campos e do PCdoB, Luciana Santos. Além deles, também estiveram presentes líderes de partidos da base na Câmara e no Senado, como PDT, PC do B, PHS, PR e PROS.
Ao sair da reunião, Temer disse que a nota nota retrata “o que já acontece” na relação com a base. “Eles não só verbalizam o apoio, como hoje escrevem o que pensam. Simplesmente isso”, disse.
Questionado sobre a necessidade de partidos aliados ao governo divulgarem um texto para reafirmar o apoio, Temer argumentou que a intenção é revelar a unidade da base. “Às vezes aparece uma ou outra informação de que um partido está descontente. Para revelar unidade, eles resolveram escrever”, disse.
Base
Ao sair da reunião, o presidente do PT, Rui Falcão disse que não há crise política no país. Ele deu a declaração ao ser questionado sobre a razão de partidos da base terem que divulgar uma nota de apoio à presidente e ao vice.

“Não há crise política nenhuma, as instituições estão funcionando regularmente”, afirmou.
O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse que o texto serve para expressar “unidade da base para enfrentar essa conjuntura”. “A nota é para responder para a sociedade: a base não vai pactuar nem vacilar na defesa da democracia”, disse.
“Fizemos manifestação explícita, assinada por todos os líderes presentes e presidentes de partidos, em defesa da legalidade, da vontade popular e, evidentemente, dos mandatos da presidente Dilma e do vice-presidente Michel Temer”, afirmou Guimarães.
Leia a a íntegra da nota assinada pelo líderes partidários:
“Os partidos que integram o bloco de sustentação do Governo da Presidenta Dilma Rousseff saúdam a edição da Medida Provisória 680, que institui o Programa de Proteção ao Emprego (PPE).
Debatido amplamente com as centrais sindicais e entidades representativas do empresariado, a MP 680 preserva empregos e colabora para a retomada do crescimento econômico.
Os partidos da base também tomaram conhecimento das repostas às questões suscitadas sobre as contas de 2014 do Governo Federal. À vista dos fundados argumentos técnicos e jurídicos apresentados ao Conselho Político, há plena convicção de que os argumentos do governo serão acolhidos.
Finalmente, os líderes e dirigentes partidário abaixo-assinados manifestam seu apoio à Presidente a o Vice-Presidente da República. E reafirmam seu profundo respeito à Constituição Federal e seu inarredável compromisso com a vontade popular expressa nas urnas e com a legalidade democrática.
Brasília, em 07 de julho de 2015.”
G1

‘Discurso golpista é do PT’, reage Aécio Neves após entrevista de Dilma Rousseff

Para o tucano, o discurso da presidente é uma estratégia planejada para inibir a ação das instituições e da imprensa.
 Por: Blog do Gordinho 


Aecio
O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), rebateu hoje as declarações da presidente Dilma Rousseff de que as tentativas de interrupção do seu mandato são “luta política” e “um tanto quanto golpista”, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo. Na entrevista, Dilma disse não temer possíveis pedidos de impeachment por partidos de oposição e descartou qualquer possibilidade de renúncia.

“Tudo que contraria o PT e os interesses do PT, é golpe! Na verdade, o discurso golpista é o do PT, que não reconhece os instrumentos de fiscalização e de representação da sociedade em uma democracia. O discurso golpista do PT tem claramente o objetivo de constranger e inibir instituições legítimas, que cumprem plenamente seu papel”, disse Aécio, em nota.
Para o tucano, o discurso da presidenta e de seus aliados nada mais é do que parte de uma estratégia planejada para inibir a ação das instituições e da imprensa brasileiras no momento em que pesam sobre a presidenta da República e sobre seu partido denúncias da maior gravidade.
O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), rebateu as críticas do presidente do PSDB. “O Aécio é o porta-voz do golpe. Deveria, pelo menos, honrar a história do seu avô (Tancredo Neves)”.
Após reunião com o vice-presidente Michel Temer, os presidentes e líderes de partidos da base aliada no Congresso Nacional reafirmaram o apoio à presidenta Dilma e a Temer após o discurso dos líderes oposicionistas sobre possíveis pedidos de impeachment. Durante convenção do partido, no domingo, Aécio disse que o governo Dilma “pode ser mais breve do que alguns imaginam”.
“Os líderes e dirigentes partidários abaixo-assinados manifestam o seu apoio à presidenta e ao vice-presidente. E reafirmam seu profundo respeito à Constituição e seu inarredável compromisso com a vontade popular expressa nas urnas e com a legalidade democrática”, destaca a nota assinada por parlamentares do PT, PMDB, PDT, PCdoB, PROS, PSD, PR, PRB, PHS e PSDC.
Para Temer, a nota de apoio revela a unidade da base. “Porque muitas vezes aparece uma informação, segundo a qual, um partido tal está descontente. Os líderes aliados da base não só verbalizam o apoio como hoje escrevem o que pensam”.
O líder do governo na Câmara destacou que a manifestação política é importante porque há um enfrentamento político intenso neste momento. “E é uma resposta para mostrar a unidade da base e unidade política naquilo que é fundamental, disse. Segundo ele, o fundamental é a defesa da legalidade. E acrescentou: Exorcizarmos os arautos do golpe e das saídas que não se coadunam com a democracia. A nota é para responder para a sociedade: a base não vai pactuar e nem vacilar na defesa do Estado Democrático de Direito”.

Câmara aprova em segundo turno texto-base da reforma política

Entre os temas aprovados estão o fim da reeleição, a possibilidade de empresas doarem a partidos políticos, o voto obrigatório, a manutenção do sistema proporcional e das coligações para o Legislativo.
 Por: Rebeca Carvalho 


Câmara
O plenário da Câmara aprovou há pouco, em segundo turno, por Por 420 a favor, 30 contra e 1 abstenção, o texto-base da proposta de reforma política. Entre os temas aprovados estão o fim da reeleição, a possibilidade de empresas doarem a partidos políticos, o voto obrigatório, a manutenção do sistema proporcional e das coligações para o Legislativo.

Um acordo de líderes deixou a votação dos destaques ao texto para a próxima terça-feira (14). Os destaques, de caráter supressivo, podem retirar do texto temas aprovados em primeiro turno.
Amanhã (8), a Câmara deve analisar o texto infraconstitucional para regulamentar alguns pontos da reforma, como o que trata do financiamento de campanhas por empresas. A Constituição não tem regra sobre o financiamento de campanhas.
Pelo matéria aprovada, essas doações ainda estão permitidas, mas só podem ser endereçadas aos partidos. Pessoas físicas podem doar para a legenda e para o candidato. Ficou mantida a distribuição de recursos do Fundo Partidário e serão ainda definidos os limites de gastos e de doações.
A votação da reforma política começou no fim de maio e foi concluída, em primeiro turno, no dia 16 de junho. Entre os pontos mantidos está a manutenção do sistema proporcional. Pelo modelo, deputados e vereadores são eleitos de acordo com a votação do partido ou da coligação. É feito um cálculo para que cada legenda ocupe as vagas entre as mais votadas. Também foi aprovado, por uma maioria de 452 deputados, o fim das reeleições para prefeitos, governadores e presidente da República.
Além da Câmara, o Senado está também debatendo a reforma política. Um ponto de divergência entre deputados e senadores é o que muda para cinco anos a duração de todos os cargos, inclusive de senador, a partir de 2020. De acordo com o texto aprovado em primeiro turno, os eleitos em 2016 e em 2018 terão mandatos de quatro anos. A transição prevê ainda mandato de nove anos para senadores eleitos em 2018.
Hoje, após reunião com o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), relator da reforma na Câmara, e Romero Jucá Jucá (PMDB-RR), o relator no Senado, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que há a possibilidade das duas Casas do Congresso terem entendimentos diferentes sobre os mesmos temas. “Há propostas do Senado que vão tramitar separado e que virão para cá, para ser apreciada à parte da nossa emenda constitucional. A nossa emenda, eles podem escolher parte ou total; a parte que eles acolherem será promulgada e a outra parte vai tramitar em separado” disse.
Agência Brasil

Veja vídeo: Cássio revida e garante ter moral para pedir saída de Dilma: “Não fui cassado por corrupção”

O paraibano garantiu ter moral para pedir a saída da presidente Dilma Rousseff (PT) por ter sofrido um julgamento rigoroso e equivocado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 Por: Blog do Gordinho



cassio
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) não deixou sem respostas as declarações do líder do PT na Câmara Federal, Sibá Machado (PT-AC), que na última semana disse que o tucano não teria moral para pedir novas eleições no Brasil por ter sido cassado pela Justiça Eleitoral.

Em discurso no Senado, o paraibano garantiu ter moral para pedir a saída da presidente Dilma Rousseff (PT) por ter sofrido um julgamento rigoroso e equivocado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Exatamente por ter sido cassado que tenho moral. Não fui cassado por corrupção, por roubo, por malversação de dinheiro público. O TSE, com todo rigor, entendeu que um programa social que tínhamos no governo do estado similar ao Bolsa Família teria interferido no resultado da eleição e por esta razão teria de perder meu mandato. Não tive contas de campanha rejeitadas. De forma extremamente dura, tem sido a postura do TSE a prefeitos e governadores”, disse.
Dando continuidade ao seu pronunciamento, o tucano acusou o governo de tentar intimidar as instituições para evitar que a lei seja cumprida.
“Vamos apontar as graves denúncias que ocorrem no Brasil hoje e não vão nos intimidar sob hipótese nenhuma. Eu falo por milhões de brasileiros que querem mudança, ética e combatem a corrupção”, declarou.
Durante seu discurso, Cássio Cunha Lima foi vaiado nas ocasiões em que defendeu novas eleições no país. ” Respeito as manifestações dos petistas, dos que têm cumplicidade com todo esse esquema de corrupção que o Brasil tem, cada um tem sua escolha. Os que querem ser cúmplices e apoiar tudo isso é um direito democrático e se estão com medo vão para as urnas, vamos passar a limpo esse Brasil. A eleição foi viciada, manipulada, ganha com fraude, com abuso de poder político, de poder econômico”, acrescentou.