quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Petistas da PB garantem que estão preparados para reagir à possível prisão de Lula

Anísio Maia vê prisão de Cunha com desconfiança: “Mais um plano para viabilizar a perseguição a Lula”.



ptA prisão do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) divide a opinião de petistas na Paraíba. Para o presidente estadual do PT, professor Charliton Machado, a prisão chega tardiamente. “Um corrupto notório, com provas fartas”, afirma o dirigente. Já o deputado estadual Anísio Maia (PT) considerou a prisão de Cunha arbitrária: “Desconfio que mais uma vez seja um plano para viabilizar a perseguição a Lula”, disse.
Maia é defensor da tese de que a prisão de Cunha faz parte de uma articulação maior para viabilizar a prisão de Lula. Como se a prisão do ex-deputado desse ar de imparcialidade as investigações e provável mandato de prisão ao ex-presidente. “Como a pesquisa Vox Populi deu que ele tem 35% de apoio popular, agora é que esse juiz vai se apressar mesmo em prendê-lo”, disse o deputado.
Para o petista, o juiz Sergio Moro desrespeita a legislação brasileira e não segue o trâmite legal das investigações. “Cunha é um corrupto, merece ser preso, mas é preciso seguir a tramitação como manda a lei do Brasil. Não vi motivo para ele ser preso. Ele recebeu um papel para se defender e antes de responder foi preso”, disse o deputado. Anísio acredita que a prisão de Lula vai acontecer, mas garante que o partido está preparado para reagir à altura.
Já o presidente do PT na Paraíba acredita que uma possível prisão de Lula aconteceria independente da prisão de Cunha. “Nós estamos preparados. A militância, os movimentos sindicais vão estar preparados para qualquer abuso de poder que venha a se constituir para tentar compensar a prisão de Cunha com a prisão de Lula, quando não existe nenhuma prova contra o presidente Lula”, disse.
Para Charliton, o PMDB tem mais motivos para estar preocupado com a prisão de Cunha: “Cunha e um arquivo vivo do PMDB do presidente Temer. E certamente ele vai trazer a tona definitivamente as razões reais para a promoção do golpe que foi perpetrado na Constituição Brasileira. Certamente trará à baila todas as informações que se espera dele, de como ele instruiu e coordenou, com o apoio desses grupos, o golpe que aconteceu no Brasil”, disse.

Eduardo Cunha esperava ser preso e reunia arsenal contra partidos

Ex-deputado dedicou todo o seu tempo a duas tarefas: sua defesa na Justiça e o livro que prepara sobre o impeachment de Dilma Rousseff .

 Por: Blog do Gordinho


cunhaNão foi exatamente uma surpresa. Eduardo Cunha (PMDB) já havia conversado com pessoas próximas sobre a expectativa de ser preso. Viveu o auge dessa tensão nos dias que sucederam sua renúncia à presidência da Câmara, em julho, e, com ainda mais intensidade, depois de ter o mandato cassado pelos colegas, em setembro. Sabia que estava vulnerável.
Entre a sombra da prisão e o isolamento político, dedicou todo o seu tempo a duas tarefas: sua defesa na Justiça e o livro que prepara sobre o impeachment de Dilma Rousseff e a crise política.
A obra é vista como uma espécie de “delação informal”. Nela, Cunha será autor e protagonista. Vinha escrevendo “enlouquecidamente”, segundo aliados.
Em recente conversa com a Folha, Cunha disse que tinha mais de cem páginas prontas. Buscava um profissional para auxiliá-­lo a formatar o texto e deixá-­lo de modo publicável.
Para colocar suas “memórias” no papel, levantou agendas antigas de compromissos públicos e privados. Há meses vinha também esquadrinhando todas as doações que capitaneou para o PMDB, um levantamento que delegou ao corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro, que acabou preso em julho.
Antes, porém, Funaro relatou a aliados que havia juntado “quilos de papéis”.
Mas Cunha não se dedicou apenas às contas do PMDB, sigla para a qual atuou como um esmerado arrecadador. Ele também fez uma série de estudos sobre o caixa petista.
“O PT cobrava até comissão das doações. Repassava 95% [para os candidatos] e ficava com 5%. É só você olhar as entradas e saídas”, disse à Folha ainda em setembro.
Questionado se havia feito o estudo pessoalmente, respondeu: “Fiz”. E por que dedicava tempo a isso? “A gente tem sempre a curiosidade para ver o financiamento dos partidos. Montante e origem. É informação. Faço para os meus argumentos.”
Todos os dados seriam usados no livro, ou, especulavam aliados, em uma possível delação premiada –hipótese que ganhou agora força.
Folha de S. Paulo

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Semana começa com mais de 16 mil vagas em concursos públicos em todo o país

Ao todo são 16.549 vagas em 133 seleções com inscrições abertas e salários que podem chegar a R$ 33.762,00

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 Por: Blog do Gordinho


concursoPara quem busca uma oportunidade no serviço público, a semana começa com 16.549 vagas em concursos em todo o país. Ao todo, são 113 seleções com inscrições abertas e salários que podem chegar a R$ 33.762,00 como é o caso da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, que oferece 44 vagas para candidatos com nível superior. Os interessados devem ficar atentos ao prazo: as inscrições para o concurso da Alerj acabam amanhã (segunda, 17). A seleção ficará a cargo da Fundação Getúlio Vargas, acesse aqui o edital.
A Procuradoria do Mato Grosso do Sul também está com inscrições abertas para o concurso que selecionará dez candidatos com nível superior. Os salários chegam a R$ 23.845,67 e o prazo para se inscrever termina na próxima quinta-feira (20). Veja o edital.
Os concurseiros precisam ficar de olho nas datas dos editais. Além da Alerj, o prazo de inscrição de outras nove seleções termina nesta segunda-feira, entre eles os concursos das Prefeituras de Tapira (SP), Milhã (CE), Paraty e da Fundação Universidade de Brasília.
A seleção que oferece o maior número de vagas é da Polícia Militar de Goiás, com 2.500 oportunidades para candidatos de nível médio e superior. Os salários podem chegar a R$ 5.410,43 e as inscrições vão até o dia 6 de novembro. O concurso da Transpetro, braço de logística e transporte da Petrobras, também está com muitas oportunidades: são 1.551 vagas para candidatos de nível superior e salários que chegam a R$ 10.868,28. O prazo de inscrição acaba no próximo dia 31.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Ministério Público Federal apresenta à Justiça nova denúncia contra Lula

Para MPF, ex-presidente favoreceu Odebrecht em empréstimos do BNDES.

 Por: Blog do Gordinho


lulaO Ministério Público Federal apresentou à Justiça nesta segunda-feira (10) nova denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além dele, também foram denunciados o empresário Marcelo Odbrecht e outras nove pessoas.
Além da denúncia desta segunda, Lula é réu em dois processos (um no Paraná e outro no Distrito Federal) e investigado em dois inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal, todos relacionados à Operação Lava Jato.
Segundo o MPF, Lula atuou junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) “e outros órgãos de Brasília”, para favorecer a Odebrecht em empréstimos para obras de engenharia realizadas em Angola. Em retribuição, ainda de acordo com as investigações, a empreiteira teria pago aos envolvidos valores que, atualizados, chegam a R$ 30 milhões.
A participação de Lula ocorreu em duas fases, segundo a denúncia. Na primeira, entre 2008 e 2010, quando ainda era presidente, os investigadores entendem que Lula praticou corrupção passiva.  Na segunda, entre 2011 e 2015, já sem mandato, Lula teria cometido tráfico de influência. A denúncia ainda pede a condenação do ex-presidente por organização criminosa e lavagem de dinheiro, crime que, segundo os investigadores, foi cometido 44 vezes.
Ainda de acordo com o MPF, um exemplo de lavagem de dinheiro no suposto esquema envolve a empresa Exergia Brasil, criada em 2009 por Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho de Lula e que também foi denunciado.
A denúncia se refere à investigações da Operação Janus, que apura irregularidades no financiamento do BNDES para obras da Odebrecht em Angola. Na última quarta-feira (5), Lula já havia sido indiciado pela Polícia Federal no âmbito da Janus.
O G1 entrou em contato com o Instituto Lula, que até a última atualização desta reportagem não havia se manifestado.
Na quarta-feira, quando houve o indiciamento pela PF, o instituto afirmou que Lula sofre uma “uma campanha de massacre midiático” e que, apesar de ter tido as contas “devassadas”, “não foi encontrada nenhuma irregularidade”.
Obras em Angola
Segundo os investigadores do MPF, a empresa de Taiguara, apesar de não ter qualquer experiência no ramo de engenharia, fechou  17 contratos para prestação de serviços “complexos” para a Odebrecht nas obras em Angola.
Na denúncia, o MPF afirma ainda que Lula supervisionou todo o processo de captação de contratos por Taiguara junto à Odebrecht e que ele aconselhou o sobrinho sobre os negócios em Angola e o apresentou a empresários e autoridades estrangeiras nas visitas realizadas ao país em 2010.
Os investigadores afirmam que apresentaram à Justiça, como prova do suposto esquema criminoso, registros da participação de Lula em uma reunião da Diretoria de Administração do BNDES. Na reunião, ocorrida em 2010, o ex-presidente, segundo o MPF, deu orientações para que o banco organizasse uma agenda de ações para o período entre 2011 e 2014, quando Lula já não teria mais mandato.
“Ao findar o mandato de presidente da República em dezembro de 2010, Lula deixou criadas as bases institucionais, no âmbito do BNDES, para que tivesse continuidade, nos anos seguintes, o esquema de favorecimento, mediante financiamentos internacionais, a empresas ‘escolhidas’ para exportação de serviços a países da África e América Latina” , afirma um dos trechos da denúncia.
Os outros casos
Em julho, por exemplo, o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, aceitou denúncia apresentada pelo MP e transformou o ex-presidente em réu, entre outros, por suposta tentativa de obstruir a Justiça, comprando o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, um dos delatores do esquema de corrupção que atuava na estatal.
Um mês depois, a Polícia Federal indiciou Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Eles passaram a ser investigados pela suspeita de que seriam os verdadeiros donos de um apartamento triplex em Guarujá (SP), o que o casal nega.
Além disso, em setembro, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância, acolheu denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal e tornou Lula réu em um processo que investiga se ele cometeu crimes como corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O MPF apontou o petista como “comandante máximo do esquema de corrupção identificado na Lava Jato”.
Na semana passada, foi a vez da Polícia Federal indicia o ex-presidente pelo crime de corrupção passiva, por ele ter, segundo as investigações, usado da influência do mandato para favorecer um empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à Odebrecht.
Por fim, também na semana passada, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, determinou a divisão em quatro inquéritos da maior e principal investigação da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), que apura se existiu uma organização criminosa, com a participação de políticos e empresários, para fraudar a Petrobras.
Com a decisão, tomada após pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Lula passou a ser alvo de um desses inquéritos, o que vai apurar a atuação do PT no esquema investigado.
G1

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

19/09/2016 08h38 - Atualizado em 19/09/2016 08h51

FBI divulga foto de suspeito por atentado em Nova York

Explosão deixou 29 pessoas feridas no sábado em Manhattan.
Suspeito foi identificado como Ahmad Khan Rahami, de 28 anos.


Ahmad Khan Rahami é suspeito de ligação com atentado em Nova York (Foto: Justin Lane/EPA/AP e FBI)Ahmad Khan Rahami é suspeito de ligação com atentado em Nova York (Foto: Justin Lane/EPA/AP e FBI)
 americano de origem afegã de 28 anos é procurado pela polícia por suposta ligação no atentado que deixou 29 pessoas feridas no sábado (17) em Nova York (EUA). O suspeito foi identificado como Ahmad Khan Rahami pelo FBI (polícia federal americana).
O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, disse que o suspeito poderia estar "armado e ser perigoso".
Segundo o FBI, o último endereço conhecido de Rahami era em Elizabeth, no estado de Nova Jérsei, que fica a cerca de 25 km de NY. Nesta segunda-feira (19), foi encontrado um pacote com explosivos justamente perto de uma estação de trem na cidade de Elizabeth.
A bomba que explodiu em Nova York, na noite de sábado (17), foi montada para gerar o maior caos e destruição possível, segundo autoridades ouvidas pelo jornal “The New York Times”.
Tanto a bomba que explodiu em Chelsea quanto a que foi encontrada nas proximidades sem detonar foram feitas com panelas de pressão, luzes de natal e foram preenchidas com materiais fragmentados, segundo as autoridades americanas.
O artefato que explodiu estava cheia de pequenos “rolamentos de metal”. A segunda bomba encontrada a quatro quarteirões de distância parecia estar preenchida pelo mesmo material.
Ainda não foi divulgado nenhum motivo para os ataques. O governador de Nova York disse que a explosão em Chelsea foi um ato de terrorismo que aparentemente não tem conexões internacionais.
"Uma bomba explodindo em Nova York é, obviamente, um ato de terrorismo, mas não está ligado ao terrorismo internacional. Em outras palavras, não encontramos nenhuma conexão com o Estado Islâmico", disse Andrew Cuomo.
Bombeiros no bairro de Chelsea, em Nova York, em local onde ocorreu explosão na noite deste sábado (17) (Foto: Rashid Umar Abbasi/Reuters)Bombeiros no bairro de Chelsea, em Nova York, em local onde ocorreu explosão na noite deste sábado (17) (Foto: Rashid Umar Abbasi/Reuters)
Bombeiros no bairro de Chelsea, em Nova York, em local onde ocorreu explosão na noite deste sábado (17) (Foto: Rashid Umar Abbasi/Reuters)Bombeiros no bairro de Chelsea, em Nova York, em local onde ocorreu explosão na noite deste sábado (17) (Foto: Rashid Umar Abbasi/Reuters)

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Lira vota pela manutenção dos direitos de Dilma e diz que não condenaria uma pessoa duas vezes

Embora tenha defendido votação única, senador foi o único da bancada paraibana a apoiar manutenção dos direitos políticos da ex-presidenta

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raimundoliraO senador do PMDB, Raimundo Lira, foi o único da bancada paraibana a votar pela manutenção dos direitos políticos da ex-presidenta Dilma Rousseff, durante votação do impeachment nesta quarta-feira. Embora não tenha apoiado a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, de dividir a votação, Raimundo Lira justificou não poderia condenar a ex-presidente duas vezes.
“Manifestei-me contra a possibilidade de dividir o texto constitucional. Pela hierarquia das leis, o texto constitucional está acima de tudo, mas, já que foi dividido, votei pela cassação do mandato e pela manutenção do dos seus direitos políticos porque eu não condeno uma pessoa duas vezes”, justificou.
Para o senador, a cassação em si já é uma pena muito grande e se fosse para a ex-presidente ser condenada também a perda dos direitos políticos, que fosse por meio de votação única, como preconiza o texto constitucional. “No momento em que o presente dividiu, ele entregou essa responsabilidade aos senadores e pela minha consciência eu não condeno uma pessoa duas vezes”, disse.
Raimundo Lira acredita que a decisão poderá ser revertida no STF, como vem defendendo fortemente os senadores do PSDB, a exemplo de Cássio Cunha Lima. “Existe um respaldo jurídico muito forte porque o que houve foi o fatiamento de um texto constitucional, portanto, um recurso no STF tem todas as possibilidades jurídicas de reverter essa decisão”, disse.

Dilma declara guerra do PT a Temer e afirma: ‘Nós voltaremos’

Nesta quarta-feira, Dilma Rousseff sofreu o impeachment por 61 votos a 20, mas conseguiu não foi penalizada com a inabilitação para exercício de funções públicas.

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 Por: Blog do Gordinho


dilmaDilma Rousseff falou pela primeira vez nesta quarta-feira agora como ex-presidente da República. De vermelho e cercada por integrantes de sua tropa de choque no Senado – Lindbergh Farias (PT-RJ), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) -, a petista fez um discurso beligerante. Classificou o governo do presidente Michel Temer como “um bando de corruptos”, indicou que seguirá lutando na Justiça contra o impeachment e afirmou: “Nós voltaremos”.
“Sei que todos nós vamos lutar. Haverá contra eles a mais forme, incansável e enérgica oposição que um governo golpista pode sofrer. Repito: a mais determinada oposição que um governo golpista pode sofrer”, afirmou Dilma. “Nós voltaremos para continuar nossas jornada rumo ao Brasil em que o povo é soberano. Saibamos nos unir em defesa de causas comuns a todos os progressistas. Proponho que lutemos todos juntos contra o retrocesso, a extinção de direitos”, prosseguiu.
Nesta quarta-feira, Dilma Rousseff sofreu o impeachment por 61 votos a 20, mas conseguiu não foi penalizada com a inabilitação para exercício de funções públicas porque não houve o mínimo de 54 votos para que essa sanção fosse imposta. Na inabilitação, ela ficaria proibida de disputar cargos eletivos, concursos públicos, integrar os quadros de empresas públicas e ser nomeada para cargos em comissão. Em seu discurso, afirmou: “Não direi adeus a vocês, tenho certeza de que posso dizer até daqui a pouco. Ou eu ou outros assumirão esse processo”.
Veja